A Guiné-Bissau, que faz parte dos 18 países africanos em que opera a francesa Orange, ficou fora da primeira rede de fibra ótica oeste africana, que irá “simplificar a interligação” entre os países da África Ocidental e satisfazer as “necessidades crescentes” de conetividade na região escreveu o diretor-geral da Orange para África e Médio Oriente, Alioune Ndiaye, na plataforma Twitter.

“Feliz por anunciar o lançamento da Djoliba, a primeira rede pan-africana na África Ocidental, que vai permitir às populações locais que tenham acesso a mais saúde, educação e computação em nuvem” acrescentou Alioune Ndiaye que esclareceu  “esta nova rede é uma verdadeira inovação que simplifica os processos de interligação entre países”.

Até agora, as redes de telecomunicações na região eram construídas dentro de cada país e sem redes transfronteiriças.

A rede assegurará a ligação no Burkina Faso, Costa do Marfim, Gana, Guiné-Conacri, Libéria, Mali, Nigéria e Senegal.

A Orange conta com mais de 120 milhões de clientes e pretende tornar-se na operadora de telecomunicações líder no continente até 2025.

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