O Banco Mundial prevê que as remessas dos africanos para os seus países de origem vão cair 9% este ano, ficando-se pelos 37,7 mil milhões de euros, devido às dificuldades originadas pela pandemia de covid-19.

Num relatório sobre as migrações e as remessas, o Banco Mundial salienta que as remessas para o Quénia, por exemplo, mantêm-se em subir, embora de forma menos acentuada, mas salienta que para o ano todas os países deverão ver uma descida nesta fonte de rendimento.

Para 2021, estima-se que as remessas caiam 14%, agravando as dificuldades sentidas pelos países onde a insegurança alimentar e a pobreza ainda são problemas graves, como é o caso de vários países na região da África subsaariana.

No relatório, o Banco Mundial diz que África continua a ser a região mais cara em termos de transferência de remessas, tendo um custo de 9%, em média, para cada transferência de 200 dólares.

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