Ruanda com melhores políticas e instituições.

O Ruanda tem as melhores políticas e instituições, segundo os resultados do índice CPIA que avalia as políticas públicas e instituições dos países da África Subsariana elegíveis para financiamentos da Associação Internacional do Desenvolvimento (IDA na sigla em Inglês) publicado no final de 2021, pelo Banco Mundial.

O relatório, que leva em conta dados de Janeiro a Dezembro de 2020, destaca o progresso do Ruanda, apesar da covid-19.

Dos 39 países da África Subsaariana elegíveis para assistência da Associação Internacional de Desenvolvimento (IDA), Ruanda continua a ser aquele com as melhores qualidades de políticas públicas e instituições nacionais, de acordo com a edição de 2021 do relatório Country Policy and Institutional Assessment (CPIA) para a África, publicado pelo Banco Mundial.

Com base em 16 critérios principais, o relatório avalia os progressos realizados pelos estados africanos na melhoria do seu quadro institucional e das suas políticas, durante o período delimitado pelo relatório.

Neste período marcado pela covid-19, o estudo revela que o Ruanda foi aquele com a melhor pontuação do índice CPIA. Numa escala de 0 a 6 (sendo 6 a pontuação mais alta para avaliar a qualidade das políticas e instituições nacionais de um país), teve uma pontuação de 4,1 em 2020, a mais alta na zona da África Subsaariana.

Recorde-se que o Ruanda já era considerado há vários anos como um dos melhores do continente africano em termos de políticas de desenvolvimento e que segundo o Banco Mundial, “permaneceu excelente, sustentando o seu progresso significativo na cobertura de serviços, gestão da saúde e financiamento”.

“O aumento da pontuação de Ruanda reflete vários desenvolvimentos positivos no setor de educação, incluindo as áreas de recrutamento e gestão de professores, sistemas de avaliação da aprendizagem dos alunos e desenvolvimento de políticas”, sublinha o relatório.
“Em 2019/20, foram desenvolvidos instrumentos de política para orientar a futura estratégia e programação no setor da educação básica, proporcionando um quadro jurídico e institucional sólido para várias intervenções”, destaca o relatório.

O desempenho geral de Ruanda no índice CPIA também se reflete em pontuações altas nas quatro principais famílias de critérios que compõem o índice. Assim, em termos de gestão económica, obtém uma pontuação de 4 em 6, muito acima da média regional de 3,2.

Esta pontuação sobe para 4,2 contra a média regional de 3,2 em termos de políticas estruturais; 4,3 contra 3,3 média regional em políticas de inclusão social e equidade e 3,8 contra 3 média regional em gestão do setor público e instituições.

Note-se que na classificação, o Ruanda está à frente de Cabo Verde (2°) e Senegal (3°) que são seguidos pelo Quénia (4º), Benim (5º), Uganda (6º), Costa do Marfim (7º), Gana (8º), Burquina Faso (9º) e Etiópia (10º).

Lembre-se de que a classificação leva em consideração apenas os países da África Subsaariana elegíveis para assistência da AID.

Exclui, por exemplo, África do Sul, Eswatini, Seychelles, Maurícias, Angola, Botsuana, Gabão, Guiné Equatorial e Namíbia.

 

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