Ruanda dá passos para se tornar num centro financeiro internacional

O Catar Financial Center (QFC), um centro financeiro e comercial “onshore”, assinou um memorando de entendimento (MdE) com a Rwanda Finance Limited (RFL) para facilitar as iniciativas que promoverão o seu desenvolvimento internacional e o do Kigali International Financial Center.

O documento foi assinado na semana passada por Yousuf Mohamed Al Jaida, diretor administrativo do QFC, e Nick Barigye, diretor administrativo da RFL.

O acontecimento foi divulgado nos círculos financeiros do Medio Oriente e Globais a que teve acesso Mercados Africanos.

Nos termos deste acordo, as duas partes encorajarão as respetivas entidades reguladoras a celebrar acordos de reconhecimento mútuo com vista à abertura de novas oportunidades de negócio em ambos os mercados.

O acordo, segundo a mesma fonte, também ajudará a promover a capacitação e o desenvolvimento de competências através de programas de formação, transferência de conhecimento e promoção de uma cultura de melhoria contínua do panorama financeiro.

Também facilitará a criação de uma comunidade entre os ecossistemas de tecnologias financeiras (fintech na sua sigla em Inglês) do Qatar e Ruanda e iniciará o processo de partilha das melhores práticas para o desenvolvimento das finanças islâmicas em ambos os mercados.

“Este MdE marca a cooperação a longo prazo entre o Qatar Financial Center e a Rwanda Finance Limited para apoiar empresas no Ruanda e no Qatar por meio de iniciativas conjuntas que abram portas para o desenvolvimento e troca de conhecimentos assim como oportunidades de investimento e de parcerias”, disse Yousuf Mohamed Al Jaida.

Por sua vez, Nick Barigye, CEO da Rwanda Finance Limited, sublinhou que: “Esta parceria entre os nossos centros financeiros baseia-se nas excelentes relações existentes entre o Ruanda e o Qatar. A Rwanda Finance Limited e Qatar Financial Center Authority irá colaborar na promoção internacional. “

Estabelecido em março de 2005, o QFC é uma jurisdição “onshore” que permite que as empresas registadas beneficiem de vantagens competitivas, que podem ir até 100% de propriedade estrangeira, 100% de repatriação de lucros e ainda 10% de imposto corporativo sobre benefícios de origem local.

Decididamente o Ruanda, é um país com visão a médio e longo prazo

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