Siyasanga Sihawu, líder dos técnicos da IBM sul-africana que apoiam a “Cloud”

Siyasanga Sihawu, é a líder da equipa técnica da IBM sul-africana que se ocupa de apoiar os clientes diariamente, com os serviços “cloud” (nuvem).

Ela também dá aulas em tempo parcial na Tshwane University of Technology, com foco em Sistemas de Informação Estratégica.

Há alguns anos, Sihawu foi cofundadora da ONG Mbutho Community Edu, combinando interesse em agricultura, tecnologia e construção de escolas para jovens profissionais, que lhes dão acesso a informações sobre como combinar TIC e agricultura.

Como uma mulher numa posição importante e de visibilidade numa empresa global de TIC, ela insiste que “as carreiras em tecnologia são para todos incluindo mulheres e raparigas que também têm paixão e talento para isso, não é apenas uma carreira para certas pessoas”.

Se é verdade que a indústria, segundo ela, ainda é dominada por homens, as coisas estão a mudar lenta mas seguramente. “É importante que enquanto nós, mulheres, estivermos neste campo, devemos ser donas das nossas próprias carreiras e estarmos presentes quando as oportunidades se apresentarem, porque ninguém fará isso por nós”.

Estas foram algumas das reflexões feitas por Siyasanga Sihawu ao IT News Africa nesta quarta-feira, 25 de agosto, 2021.

“Acredito que as mulheres que já estão na frente devem abrir uma porta para as mulheres que vêm atrás de nós”, disse ela, ao acrescentar “não tenhamos medo de expressar nossas opiniões e compreender a responsabilidade que vem com esse privilégio”.

Sobre a importância das TIC e da transformação digital em curso no continente, ela sublinhou que “com a população estimada em cerca de 1,4 mil milhões em 2020 e quase 60% com menos de 25 anos de idade, isso exige que as empresas tenham uma mudança de perspectiva sobre quem está a usar os seus serviços e compreensão de novos comportamentos para desenvolver melhor e mais eficaz maneiras de alcançar e atender esse grupo demográfico bastante jovem”.

“Isto também é particularmente importante para as mulheres – representamos mais da metade da população e faz sentido estarmos no centro da transformação digital em nossa sociedade”, enfatizou Sihawu.

“Como mulheres, também somos a maioria das consumidoras desses serviços e fazer parte da transformação permitir-nos-á ter uma voz sobre como gostaríamos que elas fossem”, disse ela a terminar.

pub

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite o seu comentário!
Por favor, digite aqui o seu nome


Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Fica a saber como são processados os dados dos comentários.