Em comunicado distribuído ontem (17/11) à imprensa, a petrolífera  disse que esta politica se enquadra nos princípios gerais que norteiam o seu Conselho de Administração no que respeita à cultura da empresa e ao objetivo de a tornar numa empresa com índices de transparência ao nível das melhores práticas mundiais.

A Sonangol aprovou a revisão  num ato que abrangeu igualmente outros instrumentos da sua conduta ética corporativa nomeadamente nos domínios das políticas corporativas “antifraude”, de “conflitos de interesses”, de “brindes e ofertas” e de “não retaliação”.

Foram também criados mecanismos para assegurar a implementação desta politica, que visa fortalecer a cultura organizacional, alavancar os negócios, proteger e ajudar a melhorar a reputação da empresa.

Recorde-se que a Sonangol aderiu à Trace International, uma associação sem fins lucrativos, fundada em 2001, totalmente financiada pelos seus membros, cujo objetivo social consiste em fornecer apoio às empresas multinacionais e aos seus intermediários comerciais em matéria de anti-suborno, de acordo com as leis do Foreign Corrupt Practices Act, dos EUA e o Bribery Act do Reino Unido

Entre os seus membros e clientes estão mais de 500 empresas multinacionais de todo o mundo, e a associação está presente nos cinco continentes.

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