Startups africanas: 4 mil milhões de dólares em 2021.

As startups africanas podem ultrapassar a marca dos 4 mil milhões de dólares em fundos arrecadados até o final de 2021.

Com base em dados confidenciais e públicos comunicados por startups, a plataforma thebigdeal.substack produziu um mapa atualizado no final de novembro de 2021, que fornece informações sobre as operações de arrecadação de fundos no continente.

As startups africanas que arrecadam fundos de mais de 100.000 dólares podem terminar o ano com um total de 4 mil milhões de dólares em fundos arrecadados, destaca a plataforma com um mapa atualizado datado de 29 de novembro 2021, retratando as operações de arrecadação de fundos realizadas por empresas de tecnologia africana desde o início do ano 2021.

“Estamos quase com 4 mil milhões”, afirma o documento.

Não é novidade que os quatro grandes (Nigéria, África do Sul, Egito e Quénia) conseguiram 80% do total de recursos comprometidos no continente desde o início do ano, sendo 35% para a Nigéria.

Esses 4 gigantes são seguidos pelo Senegal (222 milhões em fundos arrecadados) e pela Tanzânia (96 milhões).

Para estes dois países, uma única operação representa mais de 90% do total de recursos captados neste ano.

De um país para outro, há grandes disparidades tanto no número total de operações quanto no montante de recursos mobilizados.

Para a tecnologia africana, das startups africanas, alavancar quase 4 mil milhões atrairá ainda mais o interesse dos investidores.

A única operação de arrecadação de fundos de 200 milhões realizada pela fintech Wave senegalesa, uma das mais promissoras startups africanas, em setembro passado, projetou este país da África Ocidental para um outro patamar.

Esse montante permitiu chegar a um total de 222 milhões em novembro de 2021, ou 10 vezes o total de recursos arrecadados pelo país em 2020.

A operação também ajudou a chamar um pouco mais de atenção para os demais países africanos, muitas vezes eclipsados ​​pelos 4 gigantes das startups do continente.

O setor ainda tem um longo caminho a percorrer para alcançar os patamares conseguidos pelos seus concorrentes nos mercados emergentes, principalmente Índia e Brasil.

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