Apesar de ter subido três lugares a Guiné-Bissau é o ultimo dos PALOP em matéria de transparência, segundo o Índice de Perceção da Corrupção (IPC), divulgado ontem (28/01) pela Transparência Internacional (TI) a que teve acesso Mercados Africanos.

Criado em 1995, este índice é um dos principais indicadores à escala mundial sobre a perceção da corrupção no setor público de 180 países e reflete a perceção de especialistas e empresários, mas não, a da população em geral.

A edição de 2020  do índice , lida por Mercados Africanos, que avalia a perceção da corrupção no setor público de 180 países, dá uma pontuação de 0 (percecionado como muito corrupto) a 100 (percecionado como muito transparente).

A perceção sobre a corrupção no setor público, melhorou em Angola e São Tome e Príncipe, que agora ocupam a 142ª e 63ª posições, respetivamente. De notar que Angola registou progressos pelo terceiro ano consecutivo

Moçambique caiu três posições e ocupa agora o 149° lugar.

Cabo Verde manteve-se na posição 41ª e consolidou a sua posição como o terceiro país mais bem classificado da África subsaariana, a seguir às Seicheles e ao Botsuana, que ocupam respetivamente as posições 27ª e 35ª do índice.

De notar que Cabo Verde e São Tomé e Príncipe, ambos, continuam a registar pontuações acima da média dos países da África subsaariana e são, de longe, os dois melhores dos PALOP.

Dos outros países membros da CPLP , 2020 trouxe avaliações diferentes, com Portugal a perder três posições e a ocupar agora o lugar 33.°, o Brasil a passar da posição 106.ª para a 94.ª, e Timor-Leste, com uma subida do 93.º para o 86.º lugar.

Por ultimo, a Guiné Equatorial voltou a piorar – é a sexta a partir do fim – o que significa que ocupa o lugar 174.º em 180 países da lista.

Globalmente, a Dinamarca e a Nova Zelândia partilham o topo da tabela, seguidas da Finlândia, Singapura, Suécia e Suíça.

Os últimos lugares da tabela são ocupados pela Síria (178), Somália (179) e Sudão do Sul (180).

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