O Banco Central dos Estados da África Ocidental (BCEAO) indicou uma queda de 10% nos preços da castanha de caju

No entanto notou-se uma tendência de alta dos preços das principais matérias-primas exportadas pelos países membros da União Econômica e Monetária da África Ocidental (UEMOA) ─ dos quais faz parte a Guiné-Bissau ─ observada desde fevereiro de 2021, e que continuou no final de março de 2021, segundo dados do BCEAO.

Em comparação com o mesmo período do ano de 2020, os preços apresentam uma tendência em alta para o algodão (+ 48,9%), a borracha (+ 35,0%), o ouro (+ 8,0%), o cacau (+ 5,1%) e o café (+ 4,5%).

Já os preços do petróleo bruto no mercado internacional aumentaram 89,8% em março de 2021 em relação aos níveis do mesmo período de 2020.

Em relação aos alimentos importados, os preços do açúcar e do arroz registraram subidas respetivas de 30,1% e 10% em março de 2021 em relação ao mesmo mês de 2020.

Relativamente à taxa de inflação, o BCEAO indica, com base em dados oficiais, que esta atingiu 2,5% no final de março de 2021, após ter atingido 2,2% no mês anterior.

“A aceleração da taxa de crescimento dos preços deve-se principalmente aos setores Alimentação, Habitação e Transportes, cujas contribuições para a inflação global aumentaram 0,1 pontos percentuais cada um”, explica o BCEAO.

Recorde-se que o Banco Central dos Estados da África Ocidental (BCEAO é uma instituição pública internacional e é o instituto emissor comum aos oito (8) estados membros da União Monetária da África Ocidental (UMAO) e com sede em Dacar, Senegal.

Os oito (8) estados membros são: Benim, Burquina, Costa do Marfim, Guiné-Bissau, Mali, Níger, Senegal e Togo.

Pela redação

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