Wall Street mudou rapidamente de direção, e saudou a tomada de posse do 46º Presidente dos Estados Unidos com novos recordes estabelecidos na quarta-feira, (20/01).

Assim, o Nasdaq disparou 260 pontos, ou 1,97%, para 13.457 pontos e isso depois de ter estado no vermelho no dia seguinte ao anúncio, de que os democratas controlariam o Congresso e o Senado, sob o argumento de que seriam mais severos do que os republicanos com os oligopólios digitais, um deles a Netflix, com uma alta de 17%, após anunciar que o número de assinantes atingiu 200 milhões em 2020.

O S&P 500, por sua vez, subiu 52 pontos, ou 1,39%, para 3.851 pontos, o seu melhor desempenho no dia da tomada de posse de um presidente desde o início do segundo mandato de Ronald Reagan, segundo LPL Financial.

O Dow Jones subiu 257 pontos, ou 0,83%, para 31.188 pontos.

Os três índices ultrapassam o recorde anterior estabelecido a 8 de janeiro 2020 o que significa um “bem vindo” a Joe Biden.

O mercado aposta que em vez do unilateralismo anti chinês, haverá grandes oportunidades na economia “verde” e no retorno dos Estados Unidos ao acordo climático de Paris.

Por outro lado o novo presidente dos Estados Unidos vai injetar 1,9 trilhões de dólares para lidar com o impacto da pandemia Covid-19.

Essas medidas, que deveriam estimular o consumo e o investimento, são vistas com bons olhos pelos círculos financeiros e já contam com o apoio da  Wall Street.

Segundo Ryan Detrick, estratega-chefe de mercado da LPL Financial, o Dow Jones teve bom um desempenho sob Trump, o melhor do que qualquer presidente republicano desde Calvin Coolidge na década de 1920, mas não foi tão bom quanto o desempenho durante as presidências de Bill Clinton ou Barack Obama, dois ex-presidentes democratas.

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