Yassir, a “Uber argelina” atrai 30 milhões de dólares.

Yassir, a “Uber argelina” conseguiu alavancar 30 milhões de dólares para impulsionar a sua expansão a outros países africanos.

Após a sua entrada no Canadá em março passado, a operadora VTC Yassir  prepara-se para começar a operar na África Subsaariana em 2022.

O Yassir, serviço de transporte argelino que conecta motoristas e passageiros, obteve de um grupo de investidores um montante de 30 milhões de dólares, a título de financiamento da série A.

 A informação foi veiculada no dia 28 de novembro por diversos meios de comunicação.

A operadora de VTC (veículos de transporte com motorista) avaliou de forma muito positiva os planos do “Uber argelino” nos próximos meses para conquistar a África subsaariana, região na qual ainda não está presente.

“Os fundos foram conseguidos com investimentos liderados por WndrCo, DN Capital, Kismet Capital, Spike Ventures e Quiet Capital.

Endeavor Catalyst, FJ Labs, VentureSouq, Nelore Capital e Moving Capital também participaram, juntamente com investidores anjos. Segundo o site de notícias financeiras africanas alAfrica, ocorre oito meses após a chegada desta empresa ao Canadá.

Yassir, que desenvolveu serviços adicionais para se adaptar às necessidades dos seus clientes durante o COVID-19 (entrega de encomendas, comida, eletrodomésticos, cosméticos), conseguiu estabelecer a sua presença em 25 cidades do Norte de África (Argélia, Tunísia, Marrocos) e no exterior (França, Canadá).

O aplicativo, que afirma ter mais de 2 milhões de usuários até ao momento, será direcionado para a África Subsaariana a partir de 2022.

Para garantir o seu desenvolvimento ao sul do Sahara, Yassir terá de integrar certas realidades locais em termos de transporte na região, tais como a forte presença dos moto táxis, especialmente na parte oriental do continente.

Além disso, a empresa deve reinventar-se conforme as circunstâncias o exigirem para evitar reproduzir o fracasso da operadora francesa VTC Heetch em Douala nos Camarões e em Abidjan na Costa do Marfim.

Para além de ter em conta as especificidades dos regras e legislação do transporte em cada país, a “Uber argelina” terá de lidar com operadores VTC locais que tenham um bom controlo do mercado e com os quais se possa aliar para competir com os operadores estrangeiros que já se tenham estabelecido neste setor.

A chegada da argelina a este mercado da África subsaariana vai fortalecer a concorrência entre as operadoras o que é uma boa noticia para os utilizadores.

Apesar da existência de alguns operadores locais, o mercado continua largamente dominado por grupos estrangeiros, como a Estonian Taxify e a americana Uber.

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